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O Movimento (a Rede) “Agronomia, Autêntica e Autônoma”

21/03/2014 11:04:24

Kleber Santos
Diretor de Política Profissional da CONFAEAB
(Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil)
kleberssantos@uol.com.br

Quo vadis (onde vais) Engenheiro (a) Agrônomo (a)? Quais são os rumos que a categoria agronômica precisa tomar para retomar posição de liderança? São questionamentos presentes, necessários, desafiantes no atual momento crucial para a própria sobrevivência da profissão.
Afirmo que precisamos criar um movimento de renascimento do
“orgulho” de ser Engenheiro Agrônomo. Uma nova onda impulsionada pela autenticidade e autonomia no exercício profissional!
Precisamos “ousar”! Ainda mais nestes tempos modernos, cruéis com a falta de organização profissional e desafiadores frente a emergenciais demandas sociais!
É intolerável, para usar exemplo extremo, que sejam ignoradas decisões tomadas em passados Congressos Brasileiros de Agronomia (CBAs) ou anteriores Assembléias das Associações Estaduais de Engenheiros Agrônomos.
CBAs que iniciam com muita gente (incluindo celebridades!) e que terminam com poucas dezenas de resistentes congressistas. Eventos que são fundamentais para discutir de forma ampla a questão profissional, a qualidade do ensino,as políticas públicas agrícolas e agrárias, as inovações tecnológicas.
Fóruns para atualizar diretrizes e até mesmo para renovar dirigentes (da CONFAEAB, por exemplo).
Ao tempo em que a sociedade também demanda soluções para a carente sustentabilidade no rastro da acelerada urbanização, para o cenário de mudanças do clima, para a escassez de recursos naturais, para o imperativo de produzir mais (com qualidade) com menos insumos.
A sigla AAA é costumeiramente associada ao tratamento dos vícios, digamos, etílicos. Mas que também pode receber versão virtuosa com as iniciais de Agronomia, Autêntica e Autônoma!
De fato a prática da autêntica agronomia depende do pleno exercício profissional, com atribuições nas atividades de zootecnia, fitotecnia (incluindo silvicultura), paisagismo,economia, administração, meio ambiente, organização social (associativismo & cooperativismo), agroindustrialização, engenharia ...
Afinal, o (a) Eng. Agrônomo (a) está para a agronomia, como o Médico para a medicina ou o Biólogo para a biologia!
Também é preciso autonomia para decidir trilhar os nossos próprios caminhos: Conselho profissional próprio e/ou reforçar a representação do Eng. Agrônomo no CONFEA/CREA? Qual é a nossa agenda nacional vis a vis as
prioridades regionais?
Um País com problemas de infraestrutura, de ocupação do espaço, ambientais, energéticos, de segurança alimentar e nutricional... demanda bons
projetos. Consequentemente... são imprescindíveis os profissionais valorizados,
motivados. O devido lugar de destaque de todo (a) Eng. Agrônomo (a)!
Também sempre deve prevalecer a questão ética. Não confundir com a
“moral”, a cultura e os costumes. Mas sim a Ética enquanto valor inalienável, virtuoso, que prioriza a dignidade humana independente de tempo e espaço. A Ética enquanto valor quedeve nortear as relações entre profissionais, clientes e
profissionais, sociedade e meio ambiente!
Assim, a versão positiva do AAA, com a prática da Ética, precisa ser dinamizada em cada unidade federativa, município, comunidade onde atua o (a) Eng. Agrônomo (a). Fortalecer o movimento participativo, a rede de integração!
Porque a Autêntica e Autônoma Agronomia pode ser resgatada no cotidiano de trabalho de cada profissional que, mesmo sob condições muitas vezes inóspitas, contribui para a agropecuária sustentável, cooperativa, equitativa, inteligente e responsável!
Encerro com uma conclamação: que cada Engenheiro (a) Agrônomo (a), consciente e disposto a levantar alicerces para a construção de uma Agronomia Autêntica e Autônoma, ajude a integrar uma rede de idéias. Que juntos
procuremos dialogar soluções frente aos desafios do século XXI! Participem de alguma entidade de classe (seja Associação de EA, sindicato ou do CREA, e ajude defender os interesses e as ameaças que sofremos a cada dia). Tenham também a atitude corporativista no dia-a-dia, afinal nós somos autoridades quando o assunto é Engenharia Agronômica, e não podemos permitir que outros profissionais venham intrometer nisso, sendo nossos chefes, impondo metas sobre nós etc. Nós devemos ser quem decide as coisas.


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